quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Seminário Infância e Juventude.

Participei no dia de hoje de um evento promovido pelo Ministério Público de Minas Gerais. Foi um esforço para discutir o direito a educação, o papel dos promotores, dos educadores e do poder público.

Participei tentando ajudar a responder a seguinte pergunta: o que é e como alcançar uma educação de qualidade?

Foi uma reflexão muito interessante sobre os desafios que o Brasil precisa enfrentar para incluir milhões de crianças que ainda estão fora da escola, garantir acesso a outra quantidade imensa de jovens também excluídos da escolaridade.

Chamou-se a atenção o uso feito pela Promotora de Justiça do RJ, Bianca Moraes, de um trecho do livro Pedagogia dos Sonhos Possíveis, do grande Paulo Freire. Este foi o trecho:

“Temos de nos esforçar para criar um contexto em que as pessoas possam questionar as percepções fatalistas das circunstâncias nas quais se encontram, de modo que todos possamos cumprir nosso papel como participantes ativos da história.”

Em tempos de apatia eleitoral e conformação naquilo que parece ser o possível, o qual está muito aquém das necessidades do nosso povo, a reflexão rebelde do educador Paulo Freire chega na hora certa.

3 comentários:

Goliardos disse...

Olá Professor.

Realmente a pergunta como alcançar uma educação de qualidade? vem se tornando muito genérica na boca dos políticos. Todos utilizam deste discurso para gahar votos. Eu estudo a História da Infância em Belém começando no inicio do século XX, e observo que o descaso com as crianças e adolescente é um problema Histórico. Um dia quem sabe teremos políticos compromissado com a cauda social de FATO.

Goliardos disse...

Por outro lado, parabés pelo blog. estamos seguindo.

abraços,

AACs - Professores Leigos do Rio de Janeiro disse...

Adorei seu blog!
Veja sua matéria em nosso blog:Um amigo fez o convite para conhecer este blog. Acessei e comecei a ler...lendo encontrei a matéria:
Seminário Infância e Juventude.

Participei no dia de hoje de um evento promovido pelo Ministério Público de Minas Gerais. Foi um esforço para discutir o direito a educação, o papel dos promotores, dos educadores e do poder público.

Participei tentando ajudar a responder a seguinte pergunta: o que é e como alcançar uma educação de qualidade?

Foi uma reflexão muito interessante sobre os desafios que o Brasil precisa enfrentar para incluir milhões de crianças que ainda estão fora da escola, garantir acesso a outra quantidade imensa de jovens também excluídos da escolaridade.

Chamou-se a atenção o uso feito pela Promotora de Justiça do RJ, Bianca Moraes, de um trecho do livro Pedagogia dos Sonhos Possíveis, do grande Paulo Freire. Este foi o trecho:

“Temos de nos esforçar para criar um contexto em que as pessoas possam questionar as percepções fatalistas das circunstâncias nas quais se encontram, de modo que todos possamos cumprir nosso papel como participantes ativos da história.”

Em tempos de apatia eleitoral e conformação naquilo que parece ser o possível, o qual está muito aquém das necessidades do nosso povo, a reflexão rebelde do educador Paulo Freire chega na hora certa.
Postado por Luiz Araújo

http://rluizaraujo.blogspot.com/

Será promotora que não é isso que os Agentes Auxiliares de Creche do Rio de Janeiro vêm fazendo? Não temos sonhado um sonho impossível? O sonho do nosso reconhecimento como professores de Educação Infantil pela PCRJ?
Desde 2008, logo que chegamos às creches públicas do RJ, tivemos a certeza que não seríamos auxiliares dos professores de Educação Infantil, pois estes profissionais jamais existiram no espaço creche.
Começamos nossa luta! Recorremos às literaturas e leis específicas sobre Educação Infantil. A cada dia passado conhecemos mais a importância de nossas atribuições neste contexto.
Hoje precisamos que o trecho citado pela promotora venha acontecer na vida profissional dos Agentes Auxiliares de Creches. Todos precisaram ser "participantes ativos da história".